preste atenção a vida é um moinho......
domingo, 12 de outubro de 2008
sábado, 23 de agosto de 2008
Com o nosso Mundo de hoje costuma se questionar sobre o modelo de agricultura que hoje se ver plantar.
Contudo não desanimes vamos mudar a situação.Implantar Agrofloresta essa é a nossa Missão.
Observe a Natureza e Aprofunda uma nova Versão!Se tu não queres plantar milho plante mandioca e feijão,também capim elefante,maracujá e pimentão.
No consórcio de leguminosas cabe bananeiras também cana de açúcar pimenta e laranjeiras.Dentro do Sistema Agroflorestal podemos ainda implantar vários tipos de culturas que agora vou citar a banana e mais espécies para o sistema melhorar.
Com a penetração da Luz e Matéria Orgânica no chão o Solo tem mais capacidade para reter Água com precisão.
Não vamos usar o velho manejo que atrapalha o sistema pois a Agrofloresta é a Solução do problema.
Para a Vida do Ser Humano o Solo é um dos fatores principais por isso nós apostamos.Nos Sistemas Agroflorestais garantimos um Solo Fértil Preservando as Culturas Naturais.
Essa prática de Agrofloresta é uma Lição de doutor.Aquele que Aprende com a Natureza gasta suor e sente dor é uma situação difícil de ser entendida pelo agricultor.
Faça Tudo para melhorar a Vida e a sua Agricultura dê de presente ao Solo uma boa Cobertura não se sinta perturbado diante dessas funções vamos Cuidar da Natureza com Amor nos Corações.
Deixo a minha mensagem pro meu querido agricultor.Foi um Poema bem simples mas feito com muito Amor.A Natureza é a nossa Mãe digo isso com certeza.Vamos nos conscientizar para Lutar com Firmeza.
(Equipe Cedro: Zacarias, Marcelo, Marcos, Maurício, Hélio, Lucineide, Evandro, IvonildO)
segunda-feira, 9 de junho de 2008
domingo, 25 de maio de 2008
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Mais uma sobre O velho Chico!!!
Por uma justiça maiorMuito de nós estamos acabrunhados com o resultado do Supremo Tribunal Federal concedendo campo livre para o governo implementar a transposição do rio São Francisco. O debate naquela corte suprema foi mal colocado. A questão central não era de ecologia ambiental mas de ecologia social. Não se tratava apenas de decidir se o megaprojeto do governo implicava impactos ambientais danosos, coisa que o IBAMA, numa decisão discutível, garantiu não haver. O que se tratava acima de tudo era de ecologia social: a quem beneficia socialmente o faraonismo daquela projeto governamental? Aos sedentos do semi-árido ou ao agronegócio e às indústrias? Os dados falam por si: cerca de 75% da água se destina ao agronegócio, 20% às indústrias e somente 5% à população sedenta. Aqui se dá o confronto de duas posições: a do governo e a do bispo Dom Luiz Flávio Cappio, bispo de Barra (BA). O governo busca um crescimento que, segundo os dados cima referidos, atende primeiramente os interesses dos poderosos e secundariamente as necessidades do povo sofredor, o que configura falta de equidade. Esta posição é chamada de modernização conservadora, teórica e praticamente superada. O bispo Dom Capppio encarna uma postura ética dando centralidade ao social e à vida, especialmente dos milhões de condenados e ofendidos do semi-árido com os quais ele trabalha há mais de 20 anos. Em função deste projeto social que prioriza o povo e a vida e que não nega outros usos da água, há de se ordenar a transposição do rio São Francisco. A justiça legal consagrou o projeto de crescimento do governo. Mas a justiça não é tudo numa sociedade, especialmente como a nossa, marcada por profundas desigualdades e conflitos de interesses que debilitam fortemente a nossa democracia.O que sustenta a posição do bispo é outro tipo de justiça, aquela originária que antecede à justiça legal, justiça que garante o direito da vida, especialmente daqueles condenados a terem menos vida e por isso a morrerem antes do tempo. A larga tradição da ética cristã, racionalmente fundada em Aristóteles e em Santo Tomás de Aquino afirma aquela justiça originária e alimenta ainda hoje modernos projetos de ética mundial. Ela sustenta que acima da justiça está o amor à humanidade e a todos os seres. Lamentavelmente, não foi isso que se ouviu no arrazoado dos ministros do Supremo Tribunal Federal.O amor ao próximo e ao sofredor é a regra de ouro, a suprema norma da conduta verdadeiramente humana porque abre desinteressadamente o ser humano ao outro a ponto de dar a própria vida para que ele também tenha vida, como o está fazendo o bispo Dom Cappio, figura de eminente santidade pessoal e de incondicional amor aos deserdados do vale do São Francisco. Esta é a justiça maior de que fala Jesus, porque tributa amor e respeito Àquele que se esconde atrás do outro que é o Grande Outro, Deus. O povo brasileiro em sua profunda religiosidade é sensível a esse argumento.Para entender a posição e a atitude profética do bispo, precisamos compreender este tipo de fundamentação. É perversa a tentativa de desqualificar sua figura considerando- o autoritário e falto de base popular. Ele está ancorado nos milhões que geralmente não são ouvidos porque são tidos por incuravelmente ignorantes, zeros econômicos e óleo queimado. Mas eles são portadores de um saber de experiências feito, construido na convivência com o semi-árido e no amor ao rio que chamam com carinho de Velho Chico.O compromisso de Dom Cappio continua, secundado por todos aqueles que até agora o acompanharam, especialmente, os movimentos populares e nomes notáveis da cena nacional e internacional.Se ele, em conseqüência de seu gesto, vier a falecer, a transposição poderá ser feita, pois o governo dispõe de todos os meios, militares, legais, técnicos e econômicos. Mas será a transposição da maldição.O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por tudo o que representa, não merece carregar esta pecha pelos séculos afora. Leonardo Boff teólogo
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Mensagem para o ano novo...do mestre!!
"Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram. Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas.(...) Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais!!! A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento,perdemos também a felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional..."
Carlos Drummond de Andrade
Carlos Drummond de Andrade
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
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